Monday, March 15, 2010

Global Mindset Inventory



“Global Mindset Inventory”

Prof. Alfredo Behrens

Qual é seu grau de preparo para assumir responsabilidades internacionais?

Um diagnóstico para orientar os executivos e suas empresas no desenvolvimento das aptidões necessárias para atuação global.

Venha conhecer este instrumento aplicado em parceria com a Thunderbird Global School of Management que agora passa a incluir também o Brasil.

Coordenação: Prof. James Wright

Data: 23/03/2010 das 9:00 – 10:30 hs.
Local: FIA - Unidade Butantã - Rua José Alves Cunha Lima, 172

EVENTO GRATUITO PARA EX-ALUNOS E CONVIDADOS

Inscrições: http://palestrambagmi.questionpro.com

Monday, March 8, 2010

Innovation in Products and Distribution: Hindustan Univeler Case Study



Read in Portuguese


Furthering reports concerning the Executive MBA´s trip to India, Unilever´s successful and interesting case, known as Hindustan Unilever, is worthy of mention.

For starters, findings resultant from travel observations place prime emphasis in the hardship encountered by attempts to homogenize the Indian population, in terms of markets or segments. This is an extremely multi-faced populace in terms of culture and consumer habits, in addition to the many differences pertaining to income levels. Given this context, Hindustan Unilever works in India under the concept of “doing well by doing good”, respecting the needs, values and habits of the people of India. One of these values concerns getting a job well done so that the consumer feels well with the nutrition, hygiene and personal care products sold by the company.

According to our “in loco” visit to the company and conversations held with executives, Hindustan Unilever´s success depends on the sound addressing of the average class Indian woman. Although one must market a low priced product, it must however be one of quality. This, the company has been able to develop by means of innovation in products and processes, as well as by employing new technologies.

The company also had to adapt it´s brands and products locally, selling assorted brand names at different regions such as, for instance, the Hamam deodorant in Tamil Nadu and Rexona in Andhra Pradesh. On the other hand, products such as teas are sold under the same brand name but with different flavours according to local taste, thus enhancing the relevance of the R&D area and of intense and regular market research, so as to acquire an understanding of consumer opinions.
However, of true interest was the innovation in the distribution model adopted by the company. To expand it´s markets, Hindustan faced the challenge of reaching out to millions of potential consumers at small and remote villages lacking adequate distribution, advertising coverage and quality infra-structure. To overcome this impairment, in 2000, the company launched the Shatki Project, partnering with NGO´s, Banks and government.

In this project, women involved in self-support groups in India were invited to sell Hindustan products - mostly soaps and shampoos – at towns and villages. The company offers training in Sales and commercial knowledge to support the entrepreneural activity.

After the initial investment in stock, many entrepreneurs earn a monthly profit of 700 to 1000 rupias (15 to 22 dollars), more than their husbands earned in the fields. By the end of 2004, over 13.000 women sold to 70 million consumers at 12 states. At the end of 2006, 30.000 shatkis addressed 100.000 villages at 15 states, recovering these ladie´s self esteem and a role in society and to the company, an increasing success in sales in the rural areas of India!

For further information, kindly refer to :
http://www.unilever.com/sustainability/casestudies/economic-development/creating-rural-entrepreneurs.aspx.

Prof. Renata G. Spers, Teacher and Assisting Coordenator of Projects at FIA – Profuturo and International MBA. Participated in January/2010 of study trips to India and South Africa by joining the International Executive MBA group. (renatag@fia.com.br).

Thursday, March 4, 2010

Prof. Dr. Renata Spers conducts research for post-doctorate at Vanderbilt University in Nashville, USA



The research deals with the identification of competitive advantages of communities in the Base of Pyramid and it is being developed jointly with Professor Edward Fischer, from the Center of Latin American Studies (CLAS), and Professor Bart Victor, from Owen Business School.

The teacher received a grant for research abroad from FAPESP - Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Sao Paulo, as support for the research performance.

Read in Portuguese

Wednesday, March 3, 2010

Inovação em Produtos e Distribuição: Caso Hindustan Univeler

Dando continuidade aos relatos da viagem do grupo MBA Executivo à Índia, podemos mencionar o interessante e bem sucedido caso da Unilever, que leva o nome de Hindustan Unilever.



Um primeiro ponto que vale comentar, a partir das observações feitas durante a viagem, é a dificuldade de homogeneizar a população indiana, em termos de mercados ou segmentos. Trata-se de um povo extremamente multifacetado em termos de cultura e hábitos de consumo, além das grandes diferenças de renda. Diante deste contexto, a Hindustan Unilever trabalha na Índia com o princípio do “doing well by doing good”, respeitando as necessidades, valores e costumes do povo indiano.

Um desses valores é o de fazer seu trabalho bem feito, para que o consumidor sinta-se bem com os produtos de nutrição, higiene e cuidados pessoais comercializados pela empresa.

Conforme constamos em visita a empresa e conversa com os executivos, o sucesso da Hindustan Unilever depende do bom atendimento a mulher indiana de classe média. Há uma necessidade de colocar no mercado um produto de baixo preço, mas com qualidade, o que a empresa tem conseguido desenvolver por meio de inovação nos produtos e processos, assim como o uso de novas tecnologias.

A empresa também precisou adaptar localmente suas marcas e produtos, vendendo algumas marcas em diferentes regiões, por exemplo, marca de desodorante Hamam em Tamil Nadu e Rexona em Andhra Pradesh. Por outro lado, produtos como chá são vendidos com a mesma marca, mas com sabores diferentes dependendo do gosto local, daí a importância da área de P&D e também da realização de intensas e constantes pesquisas de marketing para se conhecer a opinião do consumidor.

Mas realmente interessante foi a inovação no modelo de distribuição adotada pela empresa. Para expandir seus mercados, a Hindustan tinha o desafio de alcançar milhões de potenciais consumidores em pequenas e remotas vilas onde não há distribuição adequada, sem cobertura de propaganda e infra-estrutura de baixa qualidade.

Para solucionar este desafio, em 2000, a empresa lançou o Projeto Shatki, em pareceria com ONGs, bancos e governos. Neste projeto, mulheres envolvidas em grupos de auto-ajuda na índia foram convidadas a vender produtos da Hindustan, principalmente sabonetes e xampus, em aldeias e vilas. A empresa fornece treinamento em vendas e conhecimento comercial para apoiar na atividade empreendedora.

Após investimento inicial em estoque, muitas empreendedoras fazem um lucro mensal de 700 a 1000 rupias (15 a 22 dólares), mais do que os maridos ganhavam no campo. No final de 2004, mais 13.000 mulheres vendiam a 70 milhões de consumidores em 12 estados. No final de 2006, 30.000 shatkis atendiam a 100.000 vilas em 15 estados, trazendo a estas mulheres o aumento de sua autoestima e um papel na sociedade. E para a empresa, um sucesso crescente de vendas nas áreas rurais da Índia!

Para saber mais, acesse http://www.unilever.com/sustainability/casestudies/economic-development/creating-rural-entrepreneurs.aspx.

Renata Giovinazzo Spers, Professora e Coordenadora Ajunta de Projetos da FIA – Profuturo e International MBA. Participou em viagem de estudos para índia e África do Sul, com grupo do MBA Executivo Internacional, em janeiro/2010renatag@fia.com.br).

Friday, February 12, 2010

Dabbawalas: Lições de Inovação e Gestão em Mumbai

Durante a viagem do grupo MBA Executivo à Índia, tivemos a oportunidade de aprender sobre interessantes casos de empresas inovadoras. Nas próximas semanas iremos compartilhar o que vimos, conhecemos e aprendemos durante a viagem, desde casos práticos, até discussões acadêmicas mais interessantes.




Um primeiro caso de sucesso que conhecemos é o dos “Dabbawala”.
O sistema dabbawala surgiu há mais de 100 anos, quando Mahadeo Havaji Bachche iniciou um sistema de entrega de refeições com aproximadamente 100 entregadores.

Atualmente 5000 dabawallas entregam por dia 200.000 marmitas em Mumbai, principalmente para executivos que trabalham em escritórios em áreas comerciais. “Dabbawala” em Marathi significa literalmente “entregador da caixa de almoço”. Marmitas são preparadas em casas e entregues aos clientes diariamente, entre 9h30 e 12h30. Os entregadores fazem a coleta, seleção e distribuição das marmitas para todos os clientes.

As entregas são feitas com bicicletas, carrinhos de mão e caixas de madeira, driblando o trânsito caótico de Mumbai e garantindo as entregas para almoço nos horários estipulados. Como grande parte dos 5000 entregadores são analfabetos, é utilizado um sistema de código particular de cores e letras. Cada marmita vem com o código desenhado na própria tampa, que pode ser entendido pelos funcionários. O turno de trabalho é dividido em grupos de 25 a 30 entregadores, conduzidos por um líder.

As marmitas passam por estações de trem para chegar até a área comercial, e são transportadas por bicicletas ou carrinhos até o destino final. Os índices de falha são praticamente zero - um erro a cada 16 milhões de entregas! Estes números já garantiram à empresa diversas certificações, dentre elas o Six Sigma Quality Certification. Os serviços prestados pelos dabbawalas são extremamente eficientes, garantindo a satisfação dos clientes.

Para este sucesso, disciplina de todos ao longo do processo é essencial. Usar um típico chapéu branco é obrigatório para os entregadores. Reportar-se sempre no horário e respeitar o cliente são valores fundamentais para os funcionários. Cooperação, coordenação, sinergia e estreita interação entre todos os membros é muito importante, pois para os dabbawala, “união é poder”!

A metodologia de trabalho, logística e valores dos dabbawala já são conhecidas em todo o mundo. Por causa da sua eficiência, o sistema tem sido explicado em palestras para empresas como Coca-Cola, Siemens, além de alunos de Harvard e Michigan.

Para saber mais, acesse o site www.mydabbawala.com

Renata Giovinazzo Spers, Professora e Coordenadora Ajunta de Projetos da FIA – Profuturo e International MBA. Participou em viagem de estudos para índia e África do Sul, com grupo do MBA Executivo Internacional, em janeiro/2010renatag@fia.com.br).

Wednesday, February 10, 2010

Reportagem apresenta a experiência de Tyler Mecham, um americano que veio fazer o International MBA em Ingles da FIA

Estrangeiros no Brasil

A projeção do Brasil no exterior fez crescer o interesse dos profissionais estrangeiros, que agora querem trabalhar por aqui. Competir por uma vaga fica mais difícil

Fabiana Corrêa (redacao.vocesa@abril.com.br) 09/02/2010

O americano Tyler Mecham, de 30 anos, está morando no Brasil há um ano. Ele deixou sua cidade natal, Phoenix, no estado americano do Arizona, e veio para São Paulo cursar MBA na Fundação Instituto de Administração (FIA), na primeira turma em inglês criada pela escola. Agora, Tyler está em fase de contratação por uma multinacional com sede na capital paulista. Em sua turma, de 15 alunos, outros quatro estão em fase de negociação para serem contratados por empresas locais. ”Fui escolhido por conhecer outra cultura e falar inglês fluentemente, além da minha experiência na área financeira”, diz Tyler.

O americano e seus colegas de classe fazem parte de um grupo de jovens profissionais estrangeiros que vem mostrando interesse crescente em fazer carreira no Brasil, um movimento que se intensificou no último ano, com a crise de emprego na Europa e nos Estados Unidos. “A projeção econômica do Brasil no exterior incentivou essa procura”, diz Denise Barreto, sócia da GNext, consultoria de busca de executivos de São Paulo. A GNext vem recebendo mais currículos de europeus desde o início do ano passado. “São altamente qualificados e com perfil multicultural. Se comparados aos brasileiros que cursam MBA no exterior, concorrem em pé de igualdade”, diz Denise. Eles podem ser especialmente interessantes para empresas em fase de internacionalização, que querem ganhar conhecimento em um determinado mercado.

O processo de contratação de estrangeiros leva entre um e dois meses. “É relativamente simples, mas é a empresa brasileira que precisa se responsabilizar pelo visto”, diz o advogado Renê Ramos, sócio da Emdoc, que presta serviço para quem vai contratar estrangeiros. “De julho de 2009 para cá os pedidos de visto de trabalho só aumentaram”, diz Renê.



Tyler Mecham, americano, 30 anos: em fase de contratação depois de vir dos Estados Unidos para cursar MBA no Brasil

A vinda e a contratação de estrangeiros por empresas com sede no Brasil devem ficar cada vez mais comuns, considerando que o país começa a se aproximar das grandes economias mundiais. Cidades como Londres ou Nova York experimentam isso há anos. Mas esse é também um dos aspectos da falta de profissionais no mercado local. “As empresas primeiro trouxeram de volta seus expatriados. Agora querem também os talentos que não são daqui para preencher seus quadros deficitários por causa do crescimento rápido e da falta de gestores”, diz o consultor de gestão de recursos humanos César Souza, da Empreenda, de São Paulo.

“Os latinos serão os primeiros a vir: portugueses, italianos e espanhóis, que estão com um grande problema de falta de emprego em seu país”, diz César. Nos últimos meses, Newton Campos, presidente da associação de ex-alunos do Instituto da Empresa, o IE, na Espanha, uma das principais escolas de negócios da Europa, viu mais que triplicar a procura de ex-alunos por um emprego no Brasil. “Há um ano, recebia um e-mail de ex-alunos a cada três meses. Hoje, chega um pedido de informação sobre trabalho a cada 15 dias”, diz Newton.

Na Esade, outra escola de negócios da Espanha, a área de serviços de carreira tinha, até um ano atrás, em média três solicitações de apoio para trabalhar no Brasil por ano. Em 2009, foram 12. O italiano Ulrico Talamanca, de 30 anos, é um dos alunos do IE interessados nas possibilidades brasileiras. Chegou ao Brasil em janeiro deste ano disposto a aprender português — ele já fala inglês, alemão e espanhol — e usar sua experiência de cinco anos em banco de investimento na Itália e nos Estados Unidos para conseguir um emprego no país.

“A economia na Europa está parada e a América do Sul é um lugar mais próximo em termos culturais”, diz Ulrico. Mercados como agronegócio, que empregou três dos alunos da primeira turma do MBA em inglês da FIA, e energia são alguns dos que mais atraem. “O Brasil tem a imagem de inovador no setor de energia e as pessoas querem aprender com isso”, diz James Wright, diretor do curso.

A vinda de executivos estrangeiros pode aumentar a concorrência em algumas áreas, mas a convivência com profissionais de outros países deve beneficiar as empresas e enriquecer as equipes de trabalho locais. “Há uma vantagem na mistura de várias culturas, algo que já acontece nas grandes metrópoles mundiais. Não acho que essas pessoas venham para tirar o trabalho dos brasileiros, mas para trazer mais conhecimento”, diz Denise, da GNext. De fato, os estrangeiros trazem na bagagem uma experiência diferenciada. Até por isso, a competição no mercado de trabalho vai ficar mais árdua.

Monday, February 8, 2010

Future Studies Research Journal: Chamada para submissão de artigos

Prezados.

Com satisfação informamos que já está publicado nas versões Inglês-Português, o primeiro número da Future Studies Research Journal: Trends and Strategies - uma iniciativa do Programa de Estudos do Futuro/FIA, que tem como sua missão divulgar a produção intelectual sobre estudos do futuro e estratégias das organizações.

Gostaríamos de convidá-los a enviar um artigo para publicação no segundo e terceiro número da Future, a serem divulgados no primeiro semestre de 2010.

Os artigos podem envolver temas ligados a estudos do futuro (cenários, tendências, metodologias prospectivas), ou ainda estratégia e inovação.

Solicitamos o envio do artigo até 26/02/2010.

Aguardamos a visita e cadastro no portal da revista www.revistafuture.org

Estaremos à disposição para quaisquer esclarecimentos.

Um abraço.


Prof. Dr. James T. C. Wright
Editor-Chefe
Future Studies Research Journal
http://www.revistafuture.org
55-11-3091-5848