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Thursday, December 18, 2014
Friday, December 12, 2014
CHINA SERIES: Os desafios da reorientação econômica para o consumo interno na China
Autores: Anand Kishore, Andre Lupo, Eunice Lim Su-ai e Tiago Scabello Poiani
ABSTRACT
A estratégia de modernização e de transição econômica para
uma economia de mercado liderada pelo Estado e implementada na China foi
bastante bem sucedida, levando a uma extraordinária expansão econômica que fez
do país um grande ator da economia mundial. Este crescimento foi possível
graças a políticas governamentais direcionadas à atração do capital estrangeiro
e à sua aplicação na atividade industrial através da constituição de
joint-ventures entre empresas estrangeiras e o estado chinês. Com incentivos
fiscais, cambiais e baixo custo de mão-de-obra, a indústria exportadora
desenvolveu-se rapidamente retirando trabalhadores subocupados da zona rural
para o trabalho nas cidades. Entretanto, este modelo aparentemente esgotou-se
na medida em que a transferência de trabalhadores do campo para a cidade e a
adoção de tecnologias importadas das matrizes pelas indústrias são processos
que já se encontram bastante avançados e com pequenas margens para evolução.
Além disso, a crise internacional de 2008 desacelerou a demanda pelas
exportações chinesas. Juntos, estes fatores levaram à atual desaceleração do
crescimento. Neste novo cenário, o desenvolvimento e a articulação do mercado
interno ganham força para a manutenção do crescimento do país. Os principais
desafios neste sentido estão relacionados ao controle da inflação, a elevação
do consumo acompanhada por aumentos salariais e a diminuição da poupança
interna, a liberalização do mercado financeiro, a guerra contra a corrupção e a
administração de orçamentos públicos de forma cada vez mais transparente. O
desenvolvimento do mercado interno também se torna importante para aliviar as
tensões sociais, já que as características macroeconômicas, sociais e
demográficas chinesas nas últimas décadas resultaram em um grave processo de
concentração de renda.
Link
para trabalho completo:
https://drive.google.com/file/d/0B02OI3JWTRSeX3dORDQ4SnU3UTA/view?pli=1
CHINA SERIES: O Executivo Expatriado na China e a Carreira Internacional
Autores: Aline Maria Fonseca, Carlos Silveira, Rodrigo Ostanello e Vivian Hassegawa
ABSTRACT
Este trabalho tem como objetivo apresentar informações e
impressões coletadas durante a viagem a China em 2014, com o foco no Executivo
Expatriado e a Carreira Internacional. O trabalho está baseado em estatísticas
e entrevistas coletadas durante e após a viagem, de forma a trazer o contexto
do relacionamento comercial Brasil-China, impactos na população de
profissionais expatriados, seguido das impressões provenientes de relatos de
palestrantes e colegas que vivem ou
viveram tal experiência.
Link
para trabalho completo:
https://drive.google.com/file/d/0B02OI3JWTRSebzZGNVd0MEhhdVk/view?pli=1
CHINA SERIES: A Evolução das demandas da mão de obre e seu impacto nos negócios.
Autores: Giselle Nazareth De Garau, Reynaldo Pestana De Saldanha Da Gama Neto, Sandra Angélica Prada Padilha e Renan Lima Alves
ABSTRACT
This work
aims to report the development of the demands of labor in China and their
impact on business and economics, based on information collected in
presentations and visits to universities and companies in the cities of
Shanghai, Guangzhou and Beijing in China in 2014. The economic and social
development in China resulted in several events with direct and indirect impacts
on their workforce. The migration of rural population to the cities, the one-child
policy, the increased demand for skilled labor, the increased level of
education and the growing number of strikes demanding mainly wage increase and
the fulfillment of labor rights are factors that are significantly changing
society and the Chinese economy. These factors cause the rising cost of labor,
reducing the competitiveness of Chinese industry against the world market. On
the other hand, the rising cost of labor increases the per capita income, which
is directly related to the increase in domestic consumption of the country. Facing
this, China is facing great challenges that reflect on major social and
economic changes to maintain its economic growth, associated with the
development of the country.
Link
para trabalho completo:
https://drive.google.com/file/d/0B02OI3JWTRSeX2VnMjNrbUVFYWs/view?pli=1
CHINA SERIES: The Cooperation between State and Company in China and their Lessons to Brazil
Autores: Heverton Barbosa Cruz, João Paulo de Aguiar, Lucio Cavalli e Taeli Salvador Tremarin Klaumann
ABSTRACT
International
experiences can contribute greatly to a broader view of models, initiatives,
challenges and opportunities to the business for executives. Aiming offer this
tool for managers and thus give them better ways to play a different work, of
global and sustainable vision, the program of international travels for the
executives of FIA International Executive MBA course, has offered a rich experience
in this aspect, because it provides to the participants the experience in international
business schools, contact with abroad companies and executives from several
sectors, sizes and degrees of maturity. Moreover, it has also provided ideal baseline
for knowledge of cities, monuments and cultures that expand the value added of
travel. All aspects listed above were experienced with intensity in our
international travel to China, impacting all participating in various aspects
and degrees. This paper aims to share first impressions and analysis about the
Chinese environment, its initiatives and partnership models and incentives to
companies - while thinking lessons that can be drawn to Brazil.
Link
para trabalho completo:
https://drive.google.com/file/d/0B02OI3JWTRSeSDRMb0dyVWhVSU0/view?pli=1
CHINA SERIES: A cooperação Estado Empresa: lições para o Brasil
Autores: Leandro Pereira Brisola, Luiz Carlos Martins Junior, Julliana Christina Paolinelli Diniz e Kecy Lilian Ceccato
ABSTRACT
Brasil é um Estado Capitalista com intervenção regulamentada
pela Constituição Federal, onde normatiza, regula, fiscaliza, incentiva e
planeja a vida das Empresas. A China, Estado socialista, possui o plano de
cinco anos onde foca o desenvolvimento, crescimento da economia, aumento dos
postos de trabalho, estimulo do consumo, desenvolvimento da tecnologia, combate
a corrupção, justiça social e meio ambiente. Apesar de não haver decisão
compartilhada, os governos locais são livres para auxiliar as empresas em ações
específicas: exportações, concessão de áreas, financiamentos e incentivos
fiscais. O Estado foi o principal responsável pela construção de capacidade
empresarial chinesa através de ações como: organização da atividade fim dos
bancos, controle do câmbio e inflação, investimento em infraestrutura. No
início, a cooperação se deu nos incentivos para investimentos em plantas
industriais, produção de produtos tecnologicamente concebidos fora da China e,
atualmente, temos incentivos para empresas que pretendem desenvolver tecnologia
na China e que objetivam a produção para o mercado interno. O estado brasileiro
atua mais como regulador e cobrador do que incentivador das empresas,
principalmente pelo excesso de normas e regras, alta carga tributária, ausência
de consenso sobre normas ambientais e trabalhistas e tem um sistema rígido que
impede a associação de Empresas para concorrerem internacionalmente. Como lição
da China para o Brasil fica a necessidade de efetivamente incentivar as
Empresas, através de uma política firme e de longo prazo que deve contar com
melhor infraestrutura, serviços públicos, real política de financiamento e
regramento claro e justo do setor ambiental, fiscal e trabalhista.
Link
para trabalho completo:
https://drive.google.com/file/d/0B02OI3JWTRSeNXpQbGlvUXhYbVU/view?pli=1
CHINA SERIES: A questão ambiental; desafios e abordagem para um crescimento sustentável.
Autores: Maria Aparecida Ferreira Yu, Patrícia Alexsandra Gomes, Paula Renata Muniz, Marcelo Araripe Dantas e Roesney Carvalho Santos
ABSTRACT
Apesar de toda preocupação como meio ambiente, as emissões
de gases do efeito estufa na China mantêm-se em elevação e, devido a pressão da
comunidade internacional, o país começou a ter um papel mais proativo no que
diz respeito a compromissos concretos sobre mudanças climáticas. A China se
comprometeu junto à comunidade internacional sobre a decisão de cortar
significativamente suas emissões de gases estufa até 2020, aumentando o uso de
combustíveis “limpos” em 15%, aumentando o ritmo de reflorestamento e
desenvolvendo uma “economia verde”. Enquanto os países desenvolvidos
permaneceram com suas emissões estáveis e até declinantes, a China continuou
aumentando sua carga na atmosfera. Investimentos de peso em energia solar,
eólica, nuclear e hidrelétrica (fontes sem emissões poluentes) têm sido feitos,
no entanto, a China continua dependente do carvão mineral, a matéria-prima mais
poluidora. Figura 3. Emissão de CO2 e fontes de geração de energia na China –
Fonte: The World Bark e US Energy Information Adm. Cada vez mais o governo da
China tem enfrentado dificuldades para convencer uma classe média poderosa e
cada vez mais exigente para a qualidade de vida e longevidade que o
desenvolvimento implica em danos ambientais. O envolvimento da sociedade civil
nesse processo é fundamental. Manifestações populares e movimentos da população
contra a poluição existente no país estão cada vez mais freqüentes. Obviamente,
por mais que o país mantenha um crescimento econômico elevado, as pessoas
começam a questionar de que adianta um desenvolvimento intenso se está atrelada
à péssima qualidade de vida.
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para trabalho completo:
https://drive.google.com/file/d/0B02OI3JWTRSeRUNod2NDMGU5WUk/view?pli=1
Friday, December 5, 2014
CHINA SERIES: O consumo chinês, tendência, oportunidades e desafios para as empresas internacionais
Autores: Aude Marie Laure Pauline Lovigny Diniz, Daniel Giuffrida Peres, Elaine de Azevedo Durazzo e Ricardo Rocha de Barros
ABSTRACT
A ascensão da China, a
segunda potência econômica baseada em taxas elevadas de investimento produtivo
e de exportação se esgotou. Dará lugar a um sistema sustentado pela expansão do
consumo doméstico. O poder de consumo da China depende das reformas anunciadas
em novembro de 2013 que visam, principalmente, melhorar a distribuição de renda
familiar, estimular a expansão geográfica ao oeste do país, e aumentar a
capacidade de financiamento do consumo.
O poder de compra na
China se divide em duas grandes realidades: a “China da Sobrevivência”,
primordialmente rural; e a “China do Consumo”, urbana por essência, que cresceu
vertiginosamente nas últimas décadas e consome bens de luxo de forma ostensiva.
Responsável pelo surgimento de uma cultura de consumo na China contemporânea, a
classe
média chinesa é o maior
poder econômico para impulsionar o consumo interno. A transformação da China
levará tempo e a mudança do comportamento de compra das famílias será gradual e
necessária para que a economia chinesa não estanque na chamada armadilha da
renda média (comum às economias emergentes).
A China deverá deixar o
selo “made in China” sinônimo de pouca qualidade para passar a ser uma
referência em inovação e tecnologia. A prioridade agora será agregar bem-estar
social, qualidade e inovação aos produtos, competitividade no setor de alta
tecnologia, distribuição de renda equitativa e melhoria do meio ambiente.
Link para trabalho completo: https://drive.google.com/file/d/0B02OI3JWTRSeRjRYcGlRdVVmR00/view?usp=sharing
Link para powerpoint:
Tuesday, October 7, 2014
1st PROFUTURO-FIA Case Solution Competition
O Profuturo FIA inaugurou em 2014 o "1st PROFUTURO-FIA Case Solution Competition", alinhada a tendência das mais renomadas escolas de negócios do mundo.
Os primeiros concursos de solução de casos originaram-se nos Estados Unidos e com o crescimento do prestígio destas competições, deu-se início a um expressivo número de concursos ao redor do mundo. Dentre as razões que tornaram estes concursos em um fenômeno internacional, reside o fato da aplicação de conceitos e modelos teóricos em uma situação do “mundo real”, aliada a utilização das habilidades adquiridas pelos participantes ao longo de suas carreiras.
No Profuturo FIA o concurso ocorreu em duas etapas, onde grupos compostos por três alunos receberam um caso para ser solucionado em 10 dias, em cada etapa. Os grupos desenvolveram e apresentaram suas respectivas análises, recomendações e plano de ação que compunham a solução proposta, por meio de um documento escrito e um vídeo. O vídeo os desafiou a apresentar suas soluções de forma clara e objetiva, desempenhando o papel de consultores de negócios.
Os casos propostos tinham por objetivo promover a aplicação conceitual multidisciplinar dos modelos teóricos tratados em aula, que colaborou para o desenvolvimento do raciocínio lógico e objetivo no tratamento de uma situação real, para a tomada de decisão estratégica.
Nesta primeira edição concorreram 8 grupos compostos por alunos dos cursos de MBA Executivo, Internacional MBA e Americas MBA.
Os grupos participantes apresentaram alta performance em ambas etapas do concurso, o que resultou em uma competição acirrada.
Os vencedores foram anunciados em 29 de setembro e os 3 primeiros colocados foram:
Adriana Dionizio Martins
Raquel Orsati Clara
William Soares Vidal
Como resultados alcançados, recebemos soluções apresentadas com excelência e um alto grau de interesse da comunidade de alunos, especialmente em discutir as diferentes formas de solucionar um mesmo problema “real”.
Este forte interesse levou a direção do PROFUTURO a desenvolver “1st PROFUTURO-FIA Case Solution Workshop”, que será comunicado aos alunos em breve.
Wednesday, October 1, 2014
Viagem de Estudos - Estados Unidos 2014
Chegamos ao fim da viagem de estudos aos EUA de 2014 com algumas constatações e muitos aprendizados. Em primeiro lugar eu queria agradecer a todos pela cooperação, participação, pontualidade e seriedade exercida em todos os compromissos, visitas e discussões técnicas.
Nossa escola e a USP tem em Vanderbilt uma reputação de alta qualidade dos alunos, o que é uma das razões do alto interesse e consideração que eles têm em nos receber, e que foi plenamente correspondida pela turma que viajou. Este empenho positivo dos nossos alunos é o que nos motiva a acompanhar e aprimorar constantemente a forte inserção internacional dos nossos cursos.
Constatam-se também as oportunidades de interação para negócios, networking e aprendizagem mútua entre as diferentes turmas que participam, demonstrando a importância de vocês cultivarem e ampliarem o networking não só com os colegas da sua turma, mas também ampliando isto para as outras turmas dos MBAs internacionais do Profuturo.
Em relação ao programa oficial, algumas lições interessantes podem ser observadas além das aulas propriamente ditas. Nas visitas, a importância do trabalho de desenvolvimento de uma cultura empresarial forte, articulada com a estratégia da empresa, é um fator critico de sucesso. Na FedEx, Nissan e Jack Daniels isto claramente está muito presente. A Jack Daniels nos mostra como um produto relativamente simples, sem uma diferenciação tecnológica significativa, pode ser transformado num negócio vencedor, com um trabalho consistente de Branding e gestão de mercados fundamentados por valores, iniciativas e estratégias consistentes ao longo do tempo.
Na FedEx, vimos como uma mão de obra ocupada em tempo parcial, com grande diversidade de perfis e qualificações pode ser estruturada em um fator critico de sucesso para uma empresa que atua no segmento “Premium” do seu negócio. A diversidade e o foco em organização, inovação, processos eficientes e automação são fatores essenciais para a Nissan se manter como uma empresa competitiva num setor de margens muito apertadas e de extrema competitividade. Lá, a perseverança, foco em resultados, visão e capacidade de inovação do CEO, Carlos Goshn, ilustram a importância de uma liderança visionária e realizadora.
Comparando nossos alunos com os executivos formados em Vanderbilt que encontramos nas diferentes visitas, vemos que de um modo geral, nossa formação não fica em nada a desejar. Os executivos americanos são muito focados; os nossos têm em geral uma visão mais abrangente dos negócios em que atuam, e os conhecimentos dominados por nossos participantes são similares. Quanto aos professores, conhecemos alguns dos melhores de Vanderbilt, muito reconhecidos por sua capacidade de pesquisa e aplicação prática dos conceitos nas empresas. Vimos também que se há ótimos professores, também temos em nossa escolas professores à altura em muitos tópicos, e que o conteúdo aprendido aqui é comparável ao de excelentes escolas ao redor do mundo.
Tenho certeza que as lições, amizades e experiências vividas nesta viagem de estudos aos EUA foram e serão de grande valia a todos. De minha parte, agradeço a todos e faço votos de que os trabalhos de grupo sobre os diferentes temas propostos sejam proveitosos para registrar e consolidar observações e lições aprendidas durante mais esta viagem de estudos dos MBAs internacionais do Profuturo-FIA.
Wednesday, August 27, 2014
China 2014: Gigante amadurece e mostra sua força
A 10ª viagem anual do MBA Executivo Internacional à China
permitiu constatar um amadurecimento do ambiente de governo e negócios. O
governo entende que haverá uma redução da taxa de crescimento para “míseros” 7%
ao ano, e se preocupa em manter um nível adequado de emprego, em especial
considerando os 120 milhões de trabalhadores “migrantes”, cidadãos de cidades
do interior e zonas rurais que trabalham o ano todo nas grandes fábricas
exportadoras, voltando no ano novo chinês para suas cidades de origem.
O governo procura orientar o investimento em infraestrutura
e produção para o interior menos desenvolvido e mais pobre, assim como procura
estimular o consumo interno, sempre uma tarefa difícil em países com pouco
suporte de sistemas previdenciários para a população. Por sua vez, as empresas
chinesas se queixam cada vez mais de elevação de salários e encargos sociais,
restrições ambientais e valorização do Renminbi (a moeda do povo), reduzindo
sua competitividade nos mercados externos.
Com a orientação para o consumo e interior,
vislumbramos que existirão oportunidades para as empresas e produtos
brasileiros no vasto e competitivo mercado interno da China.
Em contrapartida, o governo chinês está também estimulando a
internacionalização crescente das empresas chinesas, tanto estatais como
privadas, para investirem no exterior; no último encontro do Conselho
Empresarial Brasil-China, do qual participei, mais de 200 empresários chineses
estavam presentes na busca de oportunidades.
Enfim, grandes oportunidades se abrem, os desafios são
crescentes, e as vantagens virão a quem enxergar longe, se preparar bem e
buscar o conhecimento adequado.
Monday, July 21, 2014
Dois dias de China no Brasil
Dias 16 e 17 de Julho de 2014 uma delegação de mais de 200 empresários e
executivos chineses, que acompanharam a visita de Estado do Presidente Xi
Jinping ao Brasil, discutiram com representantes do CEBC – Conselho Empresarial
Brasil China, as oportunidades de negócios entre os dois países.
As discussões foram muito além da exportação de commodities e a
importação de manufaturados; foram abordados investimentos chineses em
indústrias, infraestrutura e serviços, assim como as oportunidades para o
Brasil adicional valor às suas exportações. Esta possibilidade se descortina
para as empresas brasileiras na medida em que a China passa a priorizar a “ida
para fora” de suas empresas, e estimula o consumo interno, visando a tornar-se
menos dependentes de exportações e investimentos em infraestrutura local para
compor seu PIB. Este evento teve um caráter comemorativo dos 40 anos de
relações diplomáticas restabelecidas entre Brasil e China, e dez anos de
existência do CEBC.
Este ano marca também o 10º ano de atividades de viagens de estudo do
MBA Executivo Internacional da FIA à China, destacando o caráter pioneiro dos
cursos do Profuturo e mostrando-nos que nosso
nível de conhecimento e experiência sobre a China se equipara ao das
entidades dedicadas exclusivamente a este tema. Na nossa próxima viagem de
estudos, a iniciar-se em 25 de Julho, nossos participantes terão a oportunidade
de explorar, aprofundar estudos e viver a experiência de conhecer este
fascinante país e seu povo.
Texto e foto por: Prof. Dr. James Wright
Wednesday, June 18, 2014
A Copa do Mundo, a estatística e a previsão
Baseada em estatísticas, a
Goldman-Sachs previu que o Brasil ganharia o hexa; baseado na falta de uso de
estatísticas, o Sr Vitormi Raguz, um banqueiro, prevê que o Brasil vai perder a
Copa do Futebol. Quem está certo?
A explicação da Goldman Sachs para suas previsão é bastante
estruturada:
“The predictions for each match are based on a
regression analysis that uses the entire history of mandatory international
football matches—i.e., no friendlies—since 1960. This gives us about 14,000
observations to estimate the coefficients of our model. The dependent variable
in the regression analysis is the number of goals scored by each side in each
match. Following the literature on modelling football matches, we assume that
the number of goals scored by a particular side in a particular match follows a
Poisson distribution.”[1]
Em artigo mais recente[2]
no mesmo Wall Street Jornal, o Sr.Raguz, que além de banqueiro é tecnico de
futebol registrado nos EUA, argumenta que os técnicos brasileiros estão
ultrapassados, não usam dados estatísticos, não criam novas táticas de jogo e
consequentemente, perante as equipes cientificamente estruturadas da Europa, o
Brasil provavelmente terá um desempenho aquém daquele esperado com base no seu
desempenho histórico.
Segundo o Sr. Ragus, nossos "técnicos”
são quase todos ex jogadores, formados essencialmente na prática, sem
conhecimento de métodos estatísticos ou de abordagens cientificas para a tomada
de decisão. Eles não sabem que o melhor momento para fazer uma substituição é
aos 58, 73, ou aos 79 minutos de um jogo, nem que escanteios alçados sobre a área
tem apenas uma chance em cinquenta de resultar num gol, ao passo que uma bola
rasteira trabalhada em passes curtos nas cercanias da grande área tem três
vezes mais probabilidade de gerar um chute em gol. Não criaram novas formas de
se defender, como por exemplo, trocar passes curtos no ataque, limitando as
chances do adversário interceptar abola e armar um contra ataque. Por estas e
outras, o provável ganhador será mais uma vez um time Europeu.
Sabemos que fazer previsões de
eventos esportivos sempre é difícil; as estatísticas do futebol sugerem que é
um dos esportes em equipe mais difíceis de prever, pois em geral, o favorito ganha
só 50% das disputas entre dois times; metade dos resultados são empates ou
“zebras”. Neste caso, nós do
PROFUTURO-FIA preferíamos fazer cenários alternativos, explorando as
possibilidades e as consequências econômicas, sociais e políticas de cada cenário.
Resta saber se a habilidade com a
bola nos pés e a criatividade, somadas à mesma capacidade de improvisação que
nos fez perder de antemão a copa da organização da infraestrutura, nos salvará
de um vexame na copa da bola rolando. Vamos torcer e aprender! Vai Brasil!
James Wright, Diretor Geral - Profuturo-FIA
James Wright, Diretor Geral - Profuturo-FIA
[1] Fonte : The Wall Street Journal,
28/05/2104 , http://blogs.wsj.com/moneybeat/2014/05/28/goldman-sachs-predicts-the-world-cup-winner/
acessado em 18/06/2014
[2] Fonte: The Wall Street Journal,
2/06/2014 , http://online.wsj.com/articles/a-european-team-will-be-the-winner-at-the-2014-world-cup-1401740590?KEYWORDS=raguz
acessado em 18/06/2014
Wednesday, April 30, 2014
Formatura do Americas MBA – Cohort 2, em Nashville – EUA
No dia 12/abril comemoramos a formatura do grupo Americas MBA – Cohort 2, em Nashville - TN, EUA.
A formatura ocorreu no hotel histórico The Hermitage, com a participação de 38 alunos do Brasil, EUA, Canadá e México. Os 12 alunos brasileiros concluíram o curso com sucesso e destaque na proposição de projetos de “Venture Capital” e com a apresentação dos resultados finais dos projetos de consultoria realizados ao longo do curso, com equipes multiculturais compostas por alunos dos diferentes países.
Participaram da Cerimônia de Formatura os representantes das escolas parceiras, tendo a profa. Renata Spers, Vice-Coordenadora do Programa Americas MBA, representado a FIA. Também participaram M. Eric Johnson, da Vanderbilt Owen Graduate School of Management, Gabriela Alvarado do Instituto Tecnologico Autonomo de Mexico e Jan Simon da Beedie School of Business, Simon Fraser University.
Também participaram da Cerimônia os professores Coordenadores dos Projetos de Consultoria desenvolvidos ao longo do curso, representantes das escolas parceiras, com a participação do Prof. Dirk Thomaz da FIA.
Parabéns e sucesso aos alunos do Americas MBA – Cohort 2!
Wednesday, April 23, 2014
20 Anos de Liderança
Neste final de março, comemoramos
os vinte anos desde a formatura da turma pioneira do MBA Executivo
Internacional da FIA. Foi uma noite de reencontros, comemorações e de discussão
sobre a liderança sustentável para os próximos 20 anos.
Ao organizar a festa, o
Profuturo-FIA convidou Sra. Sarah Parkin , Diretoria do Fórum for the Future,
de Londres, a contribuir com sua visão de liderança sustentável, não só
reduzindo o impacto de suas empresas no
ambiente e na sociedade, mas sim orientando-as para construírem modelos de
negócios que contribuam efetivamente para a sustentabilidade do nosso planeta. Seu livro, o divergente positivo, foi
distribuido gratuitamente aos participantes, juntamente com o livro
comemorativo dos 20 anos do MBA preparado pela equipe do Profuturo- fia , e a
jornalista Maria Tereza Gomes.
Foram muitas as comemorações e os
reencontros. O nosso livro retrata uma linha do tempo, falando e trazendo
imagens do Brasil, do mundo e do nosso MBA ao longo de 20 anos. A maioria dos
personagens la estavam em pessoa, alunos desde a 1ª turma do cursos,
professores e conselheiros, dando vida aos inúmeros avanços, causos e
depoimentos retratados no livro.
Em termos de emoção, foi dura a
disputa entre as homenagens aos alunos atuais do MBA Executivo, do Internacional MBA part time
e full time, e do Américas MBA, que se
formaram em 2013/2014, e aos 20 alunos e alunas eleitos pelos seus colegas
para representarem cada um um dos anos de existência do curso.
No final de uma noite de gala,
uma grande confraternização entre as múltiplas gerações de executivos presentes, e
muita expectativa para a evolução futura desta nossa escola de lideres para o
Brasil.
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