Wednesday, June 29, 2016

Depoimento de Claudio Santos - Senior Global Medical Affairs Leader na YourEncore


Claudio Lavareda Santos é um médico encantado com o mundo dos negócios. Atuando em indústria farmacêutica, foi esse encanto que, em 2005, o levou ao MBA Executivo Internacional do Profuturo da FIA. Queria conhecer de maneira mais estruturada e holística o “tal management”, como ele diz. O curso lhe proporcionou mais que isso. “Não só pude cumprir todos esses objetivos, mas também crescer como pessoa e profissional”, diz Claudio, hoje Senior Global Medical Affairs Leader da companhia de biotecnologia YourEncore, baseado na Califórnia. Ele destaca, sobretudo, a troca de experiências e perspectivas sobre o mundo dos negócios e as viagens de estudo à China, França e Reino Unido, que o fizeram ver o mundo sob uma nova perspectiva. Foram vivências e conhecimentos valiosos para sua carreira, como Claudio conta no depoimento que você pode conferir na íntegra.

“Lembro como se fosse ontem. Cheguei à FIA para minha entrevista com o professor James Wright, dentro do processo de seleção para o MBA Executivo Internacional. O professor queria entender quais eram meus objetivos como médico da indústria farmacêutica ao fazer a aplicação para o curso. Sempre trabalhei muito próximo à área de negócio e me encantava aquele mundo completamente diferente daquele ao qual eu havia dedicado 11 anos de minha vida em formação médica na Escola Paulista de Medicina (atualmente integrada à Unifesp). Queria conhecer mais. Queria entender de uma forma mais estruturada e holística o que seria o tal ‘management’. Não só pude cumprir todos esses objetivos, mas também crescer como pessoa e profissional. Fiz novos amigos, gente vinda de áreas como RH, petróleo, gás e inteligência na área da aviação, dentre tantas outras. Esse convívio foi muito enriquecedor. A troca de experiências e perspectivas sobre o mundo dos negócios e as realidades brasileira e internacional me encantavam. As viagens à China, a Lyon, na França, e a Cambridge, no Reino Unido, me fizeram ver o mundo sob uma nova perspectiva. Naquela época, entre 2005 e 2006, eu ocupava a posição de diretor médico regional para Brasil e Cone Sul de um grande laboratório farmacêutico. Em 2010, assumi a posição de diretor sênior regional para América Latina de uma biofarmacêutica recém-chegada ao Brasil e à América Latina. Tinha por desafio criar e desenvolver a área de Medical Affairs na região a partir do nada ou quase isso. Em nove meses, já havia cerca de 20 profissionais médicos trabalhando na região, processos e projetos implementados. Veio então um novo desafio, na mesma empresa, mas agora como gerente geral para a subsidiária brasileira. Hora de pôr em prática o que havia aprendido no meu MBA. Foram dois anos e meio muito intensos, mas de resultados fantásticos. A empresa mais que duplicou seu faturamento, tornou-se a quinta maior operação em vendas e recebeu prêmios globais por seus projetos. Orgulho-me muito pelo fato de ter sido praticamente nula a perda de talentos durante a minha gestão. Éramos um time. Surgiu então a possibilidade de mudar com a mesma companhia para os Estados Unidos, agora de volta à área médica, numa posição global. Após seis meses, assumi a posição de vice-presidente de Medical Affairs para área Internacional, cobrindo todas as regiões e países fora os Estados Unidos. Mudei-me para Zug na Suíça. 2015 chegou e, com ele, a minha vontade de voltar para os Estados Unidos, o que fiz. Hoje estou na Califórnia, trabalhando para uma das maiores Biotechs, responsável pelo lançamento de um de seus medicamentos mais importantes na região intercontinental. Mas não é só de trabalho que se vive. Eu, minha mulher e meus dois filhos adoramos viajar, conhecer novas culturas. Fizemos juntos sete grandes viagens. Prático yoga e corro 5 quilômetros. Nunca fui atleta, mas preciso mostrar para meu corpo que estou vivo. Adoro minha mulher e meus dois filhos. Um já formado em Cinema na Inglaterra. O mais novo está cursando Filosofia em Cambridge. Ah, adoro chocolate!”

Artigo de Ling Wang - Palestrante do Profuturo

Da estratégia que a transformou na segunda maior economia do mundo à forma de fazer negócios, são muitas as diferenças entre China e Brasil, como pudemos observar mais uma vez na recente viagem que fizemos ao país asiático com os alunos do nosso MBA Executivo Internacional. Mas também há semelhanças importantes, entre elas as afinidades culturais dos profissionais dos dois países, como aponta Ling Wang no artigo “Brasileiros e chineses, parecidos ou diferentes?”, publicado na revista Marketing Industrial. Sócia da Win Education Business Support e palestrante do Profuturo na preparação dos grupos que viajam à China, Ling Wang aponta pelo menos sete dimensões culturais relevantes em negócios internacionais em que brasileiros e chineses são parecidos. Saiba mais lendo o artigo.
Brasileiros e chineses, parecidos ou diferentes?
Hsieh Ling Wang
Ao longo de sua história, o Brasil conheceu 4 ondas de imigração de chineses. A primeira foi na década de 50, famílias vieram diretamente da China, solução encontrada para evitar o período de conflitos entre os partidos nacionalista (KuoMingTan) e comunista, o qual posteriormente fundou a República Popular da China.
Em seguida, dezenas de milhares vieram de Taiwan. É o caso da minha família que imigrou para o Brasil na década de 60 seguindo a revoada dos chineses que buscavam oportunidades de desenvolvimento nos países da América do Norte, Europa e América do Sul, já que a economia era de tamanho limitado e ainda sem a vocação encontrada anos depois como exportadora de produtos manufaturados. Muitos haviam vindo da China continental para Taiwan. Grande parte chegou ao Brasil de navio numa travessia de mais de 45 dias. Este era o meio mais econômico e permitia trazer até 1 tonelada de bagagem por viajante.
A maioria dos componentes destes dois grupos contava com formação educacional e profissional sólidas. Poucos trouxeram fortuna. Porém conseguiram se estabelecer no Brasil e hoje, na segunda ou terceira geração, estão inseridos na sociedade brasileira com clubes, entidades religiosas, representantes da classe política, advogados, empresas de capital aberto e importadoras. 
O terceiro grupo chegou há 15 anos. São chineses com tino comercial, garra e conexões para prosperar no comércio. A origem e a trajetória deles é semelhante ao dos trabalhadores migrantes da China que vão para uma metrópole ganhar a vida deixando na vila a família e a vida rural. As conexões incluem família/conhecidos, fornecedores da cadeia de suprimentos e facilitadores da viagem ao exterior.
Mais recentemente, o Brasil vem recebendo outro grupo de chineses, geralmente com boa formação e experiência internacional: são os executivos e profissionais que vieram fundar ou administrar as subsidiárias brasileiras das empresas chinesas. Estas empresas obedecem à lógica da internacionalização da China: busca de insumos necessários à China (petróleo, minérios, alimentos) e acesso ao mercado. O suporte em logística/serviços para o escoamento dos insumos acontece em paralelo.
Esta última onda segue a estratégia definida pelo governo da China. Ainda que silenciosa, já representa investimentos significativos no Brasil. É assim que (pouco) ouvimos falar dos bancos chineses, das montadoras e das aquisições de linhas de transmissão de energia.
Como imigrante sino-brasileira, tento compreender a integração de cada um destes grupos com a sociedade brasileira. E observo como os brasileiros percebem as diferenças entre as culturas brasileira e chinesa.
Com o aumento das relações comerciais entre os dois países a partir de 2000, algumas empresas no Brasil identificaram a necessidade de incrementar o relacionamento com as empresas chinesas, compreender melhor as práticas comerciais bem como avaliar o efeito das diferenças culturais na maneira de fazer negócios.
Desta forma, pude não só aplicar os meus “estudos” sobre as duas culturas, como vim a aprimorar meu entendimento com situações reais.
É neste ponto que convido os leitores a refletir:
Brasileiros e os chineses, somos parecidos ou diferentes?
Em nosso trabalho, uma das atividades consiste em preparar profissionais e empresários brasileiros para fazer negócios com empresas chinesas, seja para negociar ou estabelecer a empresa na China ou mesmo para viver/trabalhar lá. Recentemente, tivemos contato com um novo público: os profissionais chineses que chegam ao Brasil para trabalhar com os brasileiros.
Não vou abordar as dificuldades que empresas entrantes encontram ao iniciar atividades em qualquer país. Mas até agora, me parece que a vida do expatriado chinês é bem menos fácil. Só para ficar em um item: os pacotes de expatriação das empresas chinesas são menos favoráveis.
Contudo, reconheço na atitude destes chineses alguns pontos comuns aos grupos de migrantes que chegaram antes deles: pragmatismo, dedicação ao trabalho e vontade de prosperar. Ainda que não tenha a mesma pressão de “queimou a ponte”, este grupo trabalha como se tivessem o mesmo sentimento, a mesma urgência.
Penso que isto decorre da motivação presente na maioria dos chineses: querer ficar rico e ser o melhor. Esta postura, no entender dos chineses, não é feia. É motivo de orgulho. Todo chinês sabe: “Enriquecer é glorioso” - frase atribuída a Deng Xiao Ping, por ocasião da abertura da China com a criação das Zonas de Desenvolvimento Especiais, na década de 70.
Desde então, a economia da China (ainda que em desaceleração) tem sido pujante trazendo prosperidade para grande parte da população. Mas o sentimento de “perdemos muito tempo” move os chineses.
Estes temas são abordados com os profissionais brasileiros que se preparam para trabalhar com chineses ou para a expatriação representando empresas brasileiras na China. Nestes processos avaliamos algumas dimensões culturais relevantes em negócios internacionais e comparamos o perfil cultural do profissional com o perfil cultural do país onde mora (Brasil) e do país para onde será enviado (China).
O curioso é que as duas culturas são semelhantes:
1. Percepção de hierarquia - “eu prefiro estruturas hierárquicas ou não-hierárquicas?”.
As duas culturas têm alta percepção de hierarquia. Para elas, as diferenças de status são aceitas como normas, especialmente por aqueles em posição inferior.
2. Relacionamento vs. Orientação para tarefa – “o que e’ mais importante para mim: o relacionamento ou a tarefa?”.
O que é mais importante em negócios? Concentrar na tarefa a ser realizada e resolver o problema de maneira eficiente e imediata? Ou criar e manter um ambiente de trabalho harmonioso no qual o bom relacionamento entre os indivíduos é valorizado? Brasileiros e chineses preferem preservar o relacionamento e manter o ambiente agradável. E este aspecto tem tudo a ver com o próximo item.
3. Comunicação Indireta vs. Direta – “como eu me comunico?”.
Nenhuma das duas culturas gosta de se expressar abertamente (“bater de frente”) ou tomar posição clara, do tipo “doa a quem doer”. Criticar, só se for de maneira sutil e por códigos. Manter a harmonia e resguardar a face é essencial para brasileiros e chineses.
4. Analítico vs. Pragmático - “como eu resolvo problemas?”.
Chineses e brasileiros tendem a ser pragmáticos para tomar decisões e resolver problemas, diferente do que acontece naquelas culturas em que a análise do problema e da estratégia tomam mais energia e tempo.
5. Lidando com a Incerteza – “como eu reajo a mudanças e risco?”.
Com diferença pequena, as duas culturas têm boa tolerância a riscos e ao desconhecido. São abertos a novas maneiras de fazer coisas e não percebem as rupturas na rotina como ameaças, tendendo a tratar mudanças como oportunidades de melhoria.
6. Racional vs. Intuitivo – “minhas decisões são lógicas ou intuitivas?”. As duas culturas são mais intuitivas, apoiam-se mais em instinto e feeling para tomar decisões. Isso não significa que ignorem fatos e dados sólidos, mas muitas vezes decidem baseado em critérios que nem sempre parecem lógicos. 
7. Multi-focused vs. Single focused Time– “qual a minha atitude em relação ao uso do tempo?”.
Nesta dimensão, as duas culturas podem ser consideradas multi-focused, ou seja, fazem várias coisas ao mesmo tempo. Mas os brasileiros são significativamente mais “multitarefas”.
Ora, se essas são as dimensões que contam na hora de fazer negócios, as duas culturas não parecem tão diferentes.
Mas foi conversando com amigos brasileiros sobre este artigo que consegui identificar outros fatores, conforme resumiu meu amigo João na seguinte pérola:
“Enriquecer é glorioso, mas depende de...
● Educação
● Meritocracia
● Planejamento
● Pragmatismo
● Pressa
● Trabalho duro e 
● Governo que preste”
Então, brasileiros e chineses são mais parecidos que diferentes?
Para entender melhor os chineses, uma sugestão de leitura: Recentemente li As Garotas da Fábrica, (Leslie T. Chang), livro que me relembrou que por trás de um celular ou um par de tênis há histórias de trabalhadores migrantes com trajetórias semelhantes - saindo de vilarejos rurais para cidades industriais – e sonhos de ascensão social movidos a trabalho em fábricas em condições extenuantes (6 dias por semana, 11 horas por dia) e nem sempre salubres.
Reconheci no livro algumas empresas que visitei na China. Muitas delas possuem dormitórios anexos às fábricas onde milhares de operários moram e trabalham, voltando para ver a família na aldeia apenas no feriado do Ano Novo. É para essa época que este contingente de migrantes economiza dinheiro, que é convertido em presentes e melhorias na casa da família.
O livro descreve como estas batalhadoras, deixando a extrema pobreza do campo, sonham em sair da linha de montagem para uma função no escritório, onde salários são mais altos e a carga de trabalho pode ser mais leve. Para progredir, investem em cursos de inglês e informática. Mentir sobre a qualificação ou comprar documentos falsos também fazem parte do repertório. Trocar de emprego é parte da busca permanente por um futuro mais próspero.
O livro estima que em 2004 eram mais de 130 milhões de trabalhadores-migrantes, a maioria mulheres, cujo salário mensal inicial na linha de montagem era de pouco mais de 600 RMB (aprox. 100USD). O salário mínimo da província de Guandong, em 2004, era de 70 a 110USD.
Atualmente, o valor do salário mínimo na China está próximo de 1500 RMB (aprox.250USD). No Brasil, o salário mínimo é R$880,00 (aprox.220USD); em 2004 era R$260,00 (aprox.90USD).
Hsieh Ling Wang é farmacêutica com mestrado em bioquímica e administradora. É sócia da W!N Education, Business Support. ling@winbusiness.com.br

Fonte: Revista Marketing Industrial, Edição 70

Depoimento de Marcelo Fogaccia - Gerente de TI na Bristol-Myers Squibb


Marcelo Fogaccia, ex-aluno do MBA Executivo Internacional do Protufuro da FIA, vem pautando sua carreira em torno de dois conceitos-chave: inovação e desafio. Foi assim desde seu primeiro de emprego, na Itautec, até chegar à Bristol-Myers Squibb, onde responde pela Gerência de TI e comanda projetos especiais, como o do sistema de CRM regional. Os conteúdos e vivências proporcionados pelo MBA continuam sendo valiosos. “Utilizo diariamente esses conhecimentos na implantação e operação do novo sistema”, conta Marcelo no depoimento que você pode conferir na íntegra. 
“Mesmo antes do MBA Executivo Internacional, minha trajetória já era pautada pela inovação e por desafios em todas as empresas pelas quais passei. Na Itautec, minha primeira oportunidade profissional, fui responsável pelo desenvolvimento de software para os caixas eletrônicos para implantação do Banco Itaú na Argentina; na Tecnet, pelo desenvolvimento de um novo sistema digital para captação e exibição de imagens, considerado um case de sucesso pela Apple; na NCR, pelo desenvolvimento de software para caixas eletrônicos do HSBC; e no Grupo Fleury, pela reformulação geral dos sistemas. 
O MBA da FIA veio para alavancar essa história e complementá-la com teoria e prática, a partir da troca de informações com professores e colegas de altíssimo nível. Tanto quanto as aulas, essa troca de experiências com os colegas e a vivência de quatro viagens internacionais (China, Estados Unidos, Índia e Europa) serviu para abrir as portas para uma carreira internacional.
Hoje, na Bristol-Myers Squibb (BMS), utilizo diariamente esses conhecimentos na implantação e operação de um novo sistema de CRM em nível regional, com o qual interajo com equipes multinacionais e multiculturais.
Permeando essa história, também me preocupei com o caráter social, por meio da participação ativa nos comitês de responsabilidade social do Fleury e da BMS, com destaque para o Projeto Pescar, no Fleury, onde jovens em condição de vulnerabilidade eram treinados e habilitados para trabalhar como atendentes.
E como a vida não é composta apenas de trabalho, e o equilíbrio é essencial, cuido de minha saúde física e mental com hobbies como tênis de mesa, paraquedismo e passeios de motocicleta.” 

Tuesday, June 21, 2016

Depoimento de Victor Medina - Gerente de Trade Marketing na Sanofi



Aluno da Turma 7 do International MBA do Profuturo FIA, Victor Medina só trabalhou em uma empresa, a indústria farmacêutica Sanofi, onde ingressou aos 16 anos. Mas isso não impediu o desenvolvimento de uma dinâmica carreira, atuando em áreas distintas e assumindo responsabilidades diversas. Hoje gerente de Trade Marketing, Victor conta que o MBA, com o aprofundamento de temas de negócios, forte networking e compartilhamento de experiências com professores e profissionais, foi um marco em seu processo de desenvolvimento. Veja mais detalhes no depoimento de Victor.
“Estou há 13 anos trabalhando na Sanofi. Apesar de ser a única empresa em meu histórico, essa dinâmica e forte companhia do setor farmacêutico (1º grupo farmacêutico no Brasil) me apoiou em todo o processo de desenvolvimento de minha carreira, principalmente ao proporcionar as oportunidades para que eu pudesse estar em áreas distintas e com responsabilidades diferentes. Aos 16 anos, iniciei minha carreira em RH, atuando em três áreas distintas. Depois, me movimentei para a Diretoria de Business Support, passando também por três áreas diversas. Foi um período de importante crescimento: iniciei como analista, fui promovido a coordenador e depois a gerente. Recentemente, numa nova movimentação de áreas e responsabilidades, fui para a Diretoria Comercial, para atuar na área de Trade Marketing Categoria. Hoje sou responsável por planejar e guiar a execução de todas as estratégias de Trade Marketing junto ao time de Marketing para marcas de higiene íntima, gastro e multivitamínicos, como Dermacyd, Enterogermina e Targifor, entre outras.
Sem dúvida nenhuma, o International MBA foi um marco em meu processo de desenvolvimento. Tive a oportunidade de me aprofundar em temas de negócios muito vivenciados no dia a dia das corporações, ampliar muito meu networking com profissionais de outros setores e, principalmente, compartilhar experiências com professores e profissionais com ampla bagagem de mercado e na área acadêmica.
Acabo de fazer mais um movimento superimportante em minha carreira, migrando para a área Comercial com Trade Marketing. Além disso, estou noivo e prestes a dar mais alguns passos também em minha vida pessoal. Gosto muito de praticar esportes, especialmente jogar futebol, e amo viajar.

E que venham muitos outros desafios e experiências. Porque, ao final, isso nos energiza, nos completa e nos permite ser, a cada minuto, melhores seres humanos.”

Depoimento de Ana Paula Fraga - Gerente de Admissões e Programas Internacionais


Ana Paula G. de Oliveira Fraga Guimarães começou sua relação com a FIA bem antes do curso, desde 1993, quando foi contratada pela instituição. Naquele momento, viveu com a equipe a “aventura” de preparar tudo para receber a Turma 1 do MBA Executivo Internacional. Construiu ali uma parte importante de sua vida. Até o marido e pai de seu filho foi na FIA que ela conheceu, quando ele integrava a Turma 14 do MBA Executivo. Nessas décadas, várias coisas mudaram. Mas há uma que se mantém desde o início: o cuidado da equipe da FIA para receber cada nova turma. “Cada ‘estreia’ segue trazendo a ansiedade de receber os novos alunos com o mesmo carinho e atenção daquela primeira turma”, conta Ana Paula. Confira na íntegra o depoimento:
"Eu fui admitida na FIA em janeiro de 1993, um mês antes de começarem as aulas da Turma 1. O início do programa foi desafiador para todos. Eu trabalhava com os professores James Wright e Rubens da Costa Santos, os coordenadores. Como o MBA foi construído num modelo inovador, tivemos que começar do zero em tudo. Na época, a programação tinha temas muito inovadores para o curso como Entrepreneurship e Dirigentes para uma Sociedade Dual. Os coordenadores conversavam com os professores sobre a forma de conduzir as aulas, aliando a teoria à prática. A produação desses materiais para esse curso era intensa.
A sala da Congregação da FEA, onde eram ministradas as aulas, tinha, naquela época, uma mesa gigante em formato de U, precisamos fazer crachás de acrílico sob medida para que se adaptassem a esse tipo de mobiliário. A FIA não tinha a estrutura que tem hoje, e tivemos que contratar de forma exclusiva serviços e fornecedores para tudo, desde os copos de água até as bolachas para o coffee break, frutas, entre outros. O grupo tinha uma sala exclusiva para refeição e estudos, para a qual tivemos de providenciar todo mobiliário. Os prazos era exíguos.
Durante o curso, houve muitas atividades que pareceram exóticas para os demais membros da comunidade FIA, assim como para os 25 alunos. Numa delas, o professor Jacques Marcovitch fez a turma ir até a Praça do Relógio da USP, no horário do almoço, para verificar a inscrição que consta no local: 'No Universo da Cultura o centro está em toda a parte', de autoria do professor Miguel Reale, ex-reitor da USP. O texto fazia sentido para a aula daquele dia.
Ao longo dos anos, muitas atividades lúdicas complementavam as aulas: nossos alunos provaram frangos, sopraram apitos, andaram de bicicleta, se reuniram em churrascos (seguidos de aula, para a aflição de alguns, pois a Coordenação linha dura não abria mão!).
Ano após ano, durante essas duas décadas, vejo nossa equipe mobilizada a cada início de turma, preocupada com os detalhes como nos primeiros anos. Cada 'estreia' segue trazendo ansiedade de receber os novos alunos com o mesmo carinho e atenção daquela primeira turma.
Construí uma parte importante de minha vida por aqui: fiz amigos, conheci pessoas interessantes, viajei pelos quatro continentes, e aprendi muito. Casei-me e tive um filho graças ao MBA... porque conheci meu marido na Turma 14.

Sou grata pela oportunidade que foi dada, lá no início, pelos professores James e Rubens, quando me escolheram para começar com eles esta jornada. E sigo aprendendo com o professor James durante todos esses anos aqui na FIA, instituição que me acolhe até hoje."

Depoimento de Rodrigo Caldoncelli Carvalho - Gerente de Telemetria do Itaú Unibanco

De mensageiro a gerente de Projetos e Planejamento Estratégico de Segurança e gerente de Telemetria, Rodrigo Caldoncelli Carvalho vem construindo uma carreira ascendente no Banco Itaú, onde ingressou aos 17 anos. E foi com os próximos passos profissionais em foco que ele buscou o MBA Executivo Internacional do Profuturo FIA. “O curso tem me possibilitado ganhar mais conhecimento em gestão estratégica e modelos de negócios, o que tem me transformado como gestor e líder”, diz ele que, no curto prazo, aspira tornar-se superintendente operacional de agências. Confira o depoimento de Rodrigo.


Em 1990 comecei a trabalhar no Banco Itaú S/A como mensageiro interno e logo no começo do ano seguinte passei a ter contato com o mundo de propostas de negócio de crédito para clientes e entender melhor como funciona um banco. Trabalhando e me dedicando na área de cobrança, consegui minha promoção para analista sênior e fui convidado pela diretoria a participar de um teste para bolsa no MBA de Gestão Financeira e Risco da USP. Não decepcionei e consegui passar no teste, finalizado em 2003.
Devido à mudança de gestão na diretoria e na busca por novas oportunidades de aprendizado e de negócios, troquei de área passando a trabalhar em Prevenção a Atos Ilícitos. Depois de uma série de contribuições de destaque em automações e melhorias na assertividade para prevenção a fraudes, fui promovido a coordenador de equipe em 2005. 
Entre 2008 e 2009, o Itaú realizou uma fusão com outro banco, o Unibanco, o que traz certa insegurança aos funcionários, mudança de cultura e congelamento das promoções por dois anos. Nesse período, assumi uma nova equipe de modelagem estatística e monitoramento de fraudes, o que me levou a buscar novas habilidades em modelos estatísticos, fazendo cursos na Fundação Getúlio Vargas. 
Em 2010 fui convidado a assumir como gestor de uma equipe de Segurança Física de Agências Bancárias, sendo promovido ao nível de gerente. Nessa atividade, pude fazer a gestão da operação da central de monitoramento de eventos como assaltos, arrombamentos e invasões em agências bancárias e participar do desenvolvimento de um novo sistema integrado de monitoramento.
Já 2012, há uma troca de gestores na diretoria e fui convidado a assumir outra gerência, com foco no orçamento, planejamento e gestão de informações de segurança. Também passei a ser gestor, em 2013, nas atividades de implantação e manutenção de tecnologias de segurança das agências bancárias. Essas atividades me levaram à condição de tornar a segurança do Itaú Unibanco benchmark, reduzindo em dez vezes as perdas com ataques e despesas com manutenção, no período de 2012 a 2015, por meio da busca de novas tecnologias, implantação de sistemas de imagens de agências em tempo real, criação de indicadores e alertas com atualização diária.
Na empresa, havia feito um grande trabalho na área de Segurança e gostaria de conhecer outros negócios na instituição. Para isso, precisava me atualizar por meio da busca de novos conhecimentos em estratégia e da troca de experiências com outros profissionais de mercado. Então, no final de 2015, iniciei o MBA Executivo Internacional na FIA. 
Em função do bom desempenho na Segurança, dos bons resultados alcançados, dos conhecimentos de negócios, do sistema de indicadores criado e também do MBA, em 2016 fui convidado a fazer parte da equipe de Telemetria para os negócios de Riscos, Agências, Crédito e Cobrança. O MBA Executivo Internacional do Profuturo FIA tem me possibilitado ganhar mais conhecimento em gestão estratégica e modelos de negócio, o que tem me transformado como gestor e líder.

Depoimento de Darlene Martinez Fernandes - Gerente de Câmbio do Itaú Unibanco


Darlene Martinez Fernandes, gerente de Câmbio do Itaú Unibanco, estava à procura de caminhos para expandir seus horizontes e mindset e, de quebra, praticar seu inglês. Encontrou tudo isso no Internacional MBA Part Time do Profuturo FIA. Aluna da Turma 11, Darlene está convencida de que foi uma boa escolha. “Após ter iniciado o MBA, fui promovida. Um dos motivos para isso foi estar cursando a FIA”, conta ela. Confira o depoimento de Darlene.

“Iniciei meu caminho profissional em uma instituição bancária, na área de Câmbio e Comércio Exterior. A oportunidade veio através de estágio. Sempre gostei de conhecer outros países, novas culturas e acreditava que o Comércio Exterior me ajudaria. E realmente ajudou. Em 2005, fui trabalhar nas Ilhas Cayman, uma vivência profissional que nunca vou esquecer. Consolidei minha carreira na Área Internacional, especialmente em Câmbio. Ultimamente, tenho prestado atenção em como as pessoas estão reagindo à revolução tecnológica e no comportamento do ser humano com essas disrupções. Nem todos reagem calmamente. Em vez de se atualizarem, preferem ter atitudes de resistência, achando que sempre serão intocáveis.


Eu prefiro não ficar na zona de conforto e buscar novos caminhos, ter atitude de construir e fazer parte do que chamamos de futuro. No caso de instituição bancária, o novo será bem diferente do que conhecemos hoje. Pensando dessa maneira, comecei procurar um curso onde pudesse abrir o mindset, e o International MBA veio no momento certo. É impressionante! Quando está em nosso destino, o mundo conspira a favor. Certa manhã, uma grande amiga, Marcela, veio à minha mesa e me apresentou o MBA Internacional da FIA. Meus olhos brilharam! Além de me atualizar, nele poderia praticar o inglês. O diferencial de ser 100% em inglês chamou muito minha atenção. Tem sido muito rico o networking, a troca de experiência com estrangeiros, diferentes culturas e novos amigos. Além disso, em setembro, mergulharemos na terra da inovação: o Silicon Valley.


Gostaria de mencionar também algo que percebo nas aulas: apesar de todas as ferramentas disponíveis para a realização de um grande projeto, o material principal é o ser humano. Sem emoção, empatia, criatividade, nada seria possível. Após ter iniciado o MBA, fui promovida. Um dos motivos para isso foi estar cursando a FIA.”

Monday, June 6, 2016

Café da Manhã com a Coordenação do Mestrado Profissional



Encontro com a Coordenação do Mestrado Profissional – 18.06.2016 das 9:00 as 10:30 - Local - Rua José Alves Cunha Lima, 172 - Butantã. Inscreva-se:http://encontromestrado18.06.questionpro.com
Receberemos os interessados no Mestrado Profissional em Gestão de Negócios, para um café da manhã com a coordenação do curso, a fim de apresentar: Características do curso, Perfil de alunos, Etapas do processo seletivo, Dicas e orientações sobre projeto de pesquisa.
Esta é mais uma oportunidade para você nos conhecer melhor! 
Conheça nosso curso: http://www.fia.com.br/mestrado
Se você já é aluno convide seus pares e amigos!

Friday, June 3, 2016

Prof. James Wright em Entrevista a Band News sobre Desemprego



Prof. James Wright, Diretor da Faculdade FIA e Coordenador do Programa de Estudos do Futuro (Profuturo) e MBAs Internacionais da FIA, em entrevista a rádio Band News fala sobre o desemprego e a importância de estimular setores como o de construção, a retomada das concessões e a flexibilização da legislação trabalhista para reduzir encargos e estimular a decisão de recontratação de trabalhadores pelas empresas. Confira a entrevista:  http://radiobandeirantes.band.uol.com.br/conteudo.asp?ID=776069  

Conheça nossos cursos: http://www.fia.com.br/executivo - (11)3732-3520